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Histórias de que gostei e de que não gostei

quinta-feira, março 08, 2012 0 comentários


Eu gostei muito das seguintes histórias: “O saco das mentiras”, “Os ovos misteriosos” e “Os três cabelos de ouro do Diabo”.
Apreciei muito estas histórias, porque a primeira fala de um rapaz que quer concretizar o seu desejo, ser uma pessoa importante, casar com uma princesa e, enquanto não o concretizou, não descansou.
A segunda fala de uma galinha mãe que tem muitos filhos de raças, tamanhos, cores e aspetos diferentes e, por isso, ainda gosta mais deles.
A terceira, fala de um rapaz pobre que quer casar com a princesa, mas, para merecer a mão dela, tem que levar ao rei três cabelos de ouro do Diabo.
Pelo contrário, não apreciei muito as seguintes histórias: “Irmão e Irmã”,“Os sapatos rotos no baile”, “Sonhos de Natal” e “O Grilo Verde”.
Para mim, estas histórias parecem ser todas um pouco tristes. “Irmão e Irmã” é sobretudo a história mais triste.
Por seu lado, “Os sapatos rotos no baile” é uma história cheia de segredos.
“Sonhos de Natal” já é menos triste. Fala de uma aldeia em Trás-os-Montes, chamada Pedra de Hera, onde morava um menino, o Manuel, com a sua mãe e a sua avó. Viviam à espera do pai do menino que, quando este nascera, tinha ido para o Brasil trabalhar e que voltaria para casa, tendo assim esta história um final feliz.
“O Grilo Verde” fala de um grilo aparentemente verde que é julgado e escorraçado pelos grilos pretos, mas que, no final da história, se transforma então numa cigarra com asas cor de fogo.



Cristiana, 5ºA

Autobiografia

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Chamo-me Juliana Ferreira Oliveira. Tenho 11 anos, moro em Penacova e sou filha única.
O meu pai chama-se Fernando Oliveira e a minha mãe Margarida Ferreira.
Nasci no dia 27 de setembro de 2000, às 23:50, na maternidade Daniel de Matos, em Coimbra.
Os meus primeiros seis meses foram passados em casa dos meus pais, em Penacova. A partir do momento em que a minha mãe foi trabalhar, eu tive que ir para casa da minha avó materna, para o Bêco, em Laborins, São Pedro de Alva.
A minha avó é que tomava conta de mim, desde as 8:30 da manhã, até às 16:00, hora em que a minha mãe me vinha buscar para me levar para casa.
No ano em que fiz 4 anos, entrei para a pré-primária, em São Pedro de Alva. Fui para esta escola porque, quando saía à tarde, ia novamente para casa dos meus avós, até que a minha mãe saísse do trabalho e me fosse buscar.
Quando chegou a idade de ir para a escola primária, matriculei-me novamente em São Pedro de Alva, porque os meus pais não tinham possibilidades de me ir buscar à tarde à escola. Então eu ia para casa da minha avó, mais uma vez, nos transportes públicos da escola, onde ficava até que os meus pais me pudessem vir buscar. Por esta altura, entrei também na catequese, e nos escuteiros, em Penacova.
Quando cheguei ao 5º ano, matriculei-me na Escola de Penacova, porque os horários dos meus pais já eram compatíveis com o meu. É aqui que estou, até hoje!

Juliana Ferreira Oliveira, 6º A

Testemunhos (Reflexões) sobre as actividades desenvolvidas no âmbito da Celebração do Dia Mundial da Filosofia

quarta-feira, dezembro 14, 2011 0 comentários


Consideramos que as actividades que desenvolvemos foram de toda a pertinência, uma vez que, sem o nosso pequenino contributo este dia, “ Dia Mundial da Filosofia” não seria lembrado na nossa escola, algo que seria de lamentar já que desde os filósofos gregos até aos da actualidade, muitos foram aqueles que dedicaram e continuam a dedicar a vida à Filosofia, mostrando que “ nem só de pão vive o homem”.
Foi uma actividade interessante, motivante, dinâmica e produtiva.
Ana Lopes, nº2
André Luís, nº3

Nós gostámos da actividade, pois ao pesquisarmos bastantes frases de filósofos( desde os mais antigos, passando pelos modernos e acabando nos contemporâneos), aprendemos um pouco mais sobre a Filosofia e que, mais uma vez, percebemos que não há uma Filosofia, mas Filosofias. Ficámos a saber que certos pensamentos ( alguns deles já nossos conhecidos) são da autoria de filósofos que nunca tínhamos ouvido falar.
Esta forma de dar a conhecer a reflexão filosófica – marcadores para livros – pareceu-nos muito interessante e motivadora porque, para além de nós(alunos envolvidos na actividade) sairmos mais enriquecidos, também tentámos despertar a comunidade educativa( alunos, professores e funcionários) para a importância da Filosofia na vida das pessoas.
Gostaríamos ainda de salientar que a maior parte das pessoas considera que as aulas de Filosofia são uma “seca”, opinião que não partilhamos, e prova disso é que o dissemos anteriormente.
António Marques, nº 4
Leandro Ralha, nº 10

Foi um bom trabalho de equipa, não com 20 alunos, mas como se fôssemos só um.
Penso que todos nós( alunos do 10º B) gostámos da actividade desenvolvida, na medida que nos permitiu reflectir sobre alguns pensamentos filosóficos, evidenciando-nos a sua essência.
Saímos mais enriquecidos porque aprendemos, de forma diferente, mas interessante, pensamentos de vários filósofos e filósofas.
Francisco Fernandes, nº 6
Hugo Moreira, nº 7
Tiago Santos, nº 19

Na nossa opinião, a actividade que realizámos foi criativa e educativa. Criativa porque, com imaginação, construímos marcadores alusivos às mais diversas ideologias filosóficas; educativa, porque aprendemos muito com a pesquisa e trabalho acerca das frases seleccionadas para os marcadores e partilhámos, pela comunidade educativa, essa aprendizagem.
Serviu, também, para unir os alunos das duas turmas( A e B, do 10º ano) ao desenvolverem o mesmo tipo de actividade.
Adriana Santos, nº 1
Pedro Covas, nº 16


Em contexto de sala de aula, pesquisamos pensamentos filosóficos que exigiram uma atitude crítica, já que tivemos que fazer a respectiva interpretação dos mesmos. Houve partilha de ideias, desenvolvendo-se a argumentação, onde cada um defendeu o seu ponto de vista. Serviu, portanto, para aprofundarmos os nossos conhecimentos, daí considerarmos que foi uma actividade bastante educativa.
Miguel Abrantes, nº 14
Pedro Sancho, nº 15



Testemunhos de alguns dos alunos do 10º Ano, Turma B

Discriminação positiva das mulheres na sua participação na vida política ativa – razões para um não

segunda-feira, dezembro 12, 2011 0 comentários



A minha opinião relativamente a este tema mudou, pois anteriormente era a favor da discriminação positiva e após o debate, que decorreu no âmbito da disciplina de AEC, fiquei contra.
Vários argumentos me fizeram mudar de posição em relação ao tema. De entre esses argumentos está que, ao ser adoptada, a discriminação positiva das mulheres estaria sempre lançada a sombra da dúvida sobre o seu mérito e valor próprio para ocupar um lugar que lhes seria reservado em função do sexo. Com este argumento, supõe-se que deve ser o mérito e não o sexo, ou qualquer outro atributo, o critério a seguir na atribuição de cargos políticos.
Outro argumento que me faz ser contra é que ao existir medidas que favoreçam as mulheres, automaticamente estão a prejudicar os homens. Penso que é injusto, pois os homens não têm qualquer tipo de responsabilidade pelo facto de termos sido no passado discriminadas negativamente.
A discriminação positiva tem consequências socialmente indesejáveis: como não se escolhe em função do mérito para ocupar um lugar, mas em função do sexo, resultarão prejuízos para a colectividade porque não são os melhores os escolhidos.
Por último, outro argumento que me faz ser contra a discriminação positiva é que na minha opinião a discriminação positiva não é necessária porque a discriminação negativa é ilegal. Cada pessoa tem de lutar contra isso, não sendo preciso favorecer as mulheres, pois se estas não se candidatam a cargos políticos é porque não estão interessadas.
Em suma, penso que ao existir discriminação positiva em relação às mulheres, estamos a praticar a discriminação negativa em relação aos homens. Se as mulheres querem direitos iguais, para quê serem privilegiadas em relação aos homens?
Já andamos há séculos a lutar por direitos iguais, mas mesmo assim temos o Dia Internacional da Mulher, no que sou totalmente contra, porque parece que esse dia é para nos acharmos “superiores”, se queremos direitos iguais entre géneros não deveria existir esse dia.
Assim nunca teremos uma sociedade igual em direitos de géneros! Quando haverá realmente a igualdade entre géneros?



Catarina Alves, 12ºCPAS

Discriminação positiva das mulheres na sua participação na vida política ativa – razões para um sim

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As mulheres durante séculos foram discriminadas e colocadas á mercê do homem, este era o “dono” da casa e o chefe de família, remetendo a mulher para segundo plano, um plano manifestamente inferior.
Hoje, depois de muitas lutas travadas, as mulheres têm direitos, podem viajar sem a autorização do pai ou do marido, podem trabalhar e, acima de tudo, podem destacar-se dos homens.
A discriminação positiva é, do meu ponto de vista, uma mais-valia porque leva as mulheres a procurarem e arriscarem novas carreiras, a participarem ativamente na sociedade tornando-a, assim, mais representativa e mais igual.
Muitas mulheres sentem que, sendo discriminadas positivamente, não são escolhidas porque têm mérito mas sim por uma obrigação, o que não é verdade porque, se não houvesse apoio, as mulheres continuariam a ser postas de parte, e a deixar-se levar pela cultura masculina.
Por outro lado, há quem defenda que se houver discriminação positiva para as mulheres também deve haver para outras minorias étnicas, e que, além do mais, isso levaria à balcanização. Não creio, pois, na minha opinião, se se adoptasse essa medida as minorias ao participarem ativamente na sociedade integrar-se-iam mais facilmente o que facilitaria e enriqueceria o quotidiano social.
Em suma, as mulheres devem ser apoiadas na sua participação em listas eleitorais, pois isso será mais um contributo para deixar, de uma vez para sempre, de ser a “sombra” do homem e passar a ser plenamente ativa na sociedade.



Renata Costa, 12ºCPAS

Vaga de boa disposição

quarta-feira, janeiro 05, 2011 0 comentários


Os vários acontecimentos que têm ocorrido nas últimas semanas levaram ao alastramento de uma vaga de boa disposição por todo o país.
Segundo a agência noticiosa Lusa, os mais de 10 milhões de pessoas que residem no nosso país estão extremamente bem-dispostas e contentes com a situação actual de Portugal!
As pessoas estão todas sorridentes e bem-dispostas e não há nada que as faça ficar tristes! Fazem festas todos os dias, por tudo e por nada e em qualquer lugar… É uma loucura. Vestem roupas alegres e são muito simpáticas… e o mais estranho de tudo é que adoram o actual Primeiro-ministro, José Sócrates!
Nunca se viu uma coisa assim!
Ainda não se sabe ao certo mas tudo indica que é por causa das medidas de austeridade apresentadas pelo governo… xD

Bruno Simões, 8ºC

Consumismo na época natalícia

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Quase que se pode dizer que, hoje em dia, as pessoas quanto menos ganham mais gastam. E, no Natal, bem que se pode observar, ainda mais, isso.
Senão vejamos: Portugal está no “buraco”, há crise, há falta de emprego, há dívidas e a única coisa que não há é o dinheiro. Face a este cenário, o tradicional português devia pensar em enfeitar uma modesta árvore de Natal (o pinheirinho natural sempre pareceu melhor, perdoe-me a Natureza), deixar de lado as luzes externas e fazer um prato de filhós para levar aos vizinhos como prenda de Natal, porque, e bem que diz a Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, “o que conta é a intenção”. Ora, mas alguém faz isto? Não.
A árvore de Natal tem que ser do maior tamanho que se encontrar e toda ela ornamentada por mil e um bonecos mais mil e duas fitas; a iluminação no exterior tem que fazer lembrar uma central eléctrica e ofuscar o “brilho” do vizinho e os presentes, bem, esses têm que ser “à grande e à francesa”, que o povo anda a viver bem.
Em tempo de crise e, em particular, na época natalícia não se pensa em amor, qual quê? Dinheiro, compras, sapatos, Nenucos e Barbies, carros novos, de brincar e daqueles a sério, barcos,…
Falta dinheiro, falta emprego, mas nunca há-de faltar o consumismo excessivo que habita no coração das pessoas.


Joana Rodrigues, 11ºB